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	<title>Cursos de Hipnose e Regressão</title>
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	<description>O melhor curso de hipnose do Brasil</description>
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		<title>Trabalho de parto sem dor com a hipnose</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 19:08:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[•  16 de fevereiro de 2011 Trabalho de parto sem dor com a hipnose FONTE: www.thisislondon.co.uk Tradução: SBHH Um estudo experimental de 18 meses feito pelo Ministério da Saúde da Inglaterra teve como objetivo ensinar as mães grávidas como hipnotizar-se antes do parto, como uma alternativa aos analgésicos. Isso implicou no aprendizado de como se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>•  16 de fevereiro de 2011</p>
<h3>Trabalho de parto sem dor com a hipnose</h3>
<p><img style="border: 0pt none;" src="http://www.sbhh.org.br/images/news_136.jpg" border="0" alt="news 136 Trabalho de parto sem dor com a hipnose" width="125" height="97" title="Trabalho de parto sem dor com a hipnose" /></p>
<p>FONTE: <a href="http://www.thisislondon.co.uk/health/article-23923758-hypnosis-is-the-new-way-to-give-birth-painlessly.do" target="_blank">www.thisislondon.co.uk</a><br />
Tradução: SBHH</p>
<p>Um estudo experimental de 18 meses feito pelo Ministério da Saúde da Inglaterra teve como objetivo ensinar as mães grávidas como hipnotizar-se antes do parto, como uma alternativa aos analgésicos. Isso implicou no aprendizado de como se alcançar um estado de transe durante o trabalho de parto, na esperança de que não necessitem de tratamentos caros, como peridurais. Surgida nos E.U.A., o procedimento utiliza a auto-hipnose, relaxamento, visualização e técnicas de respiração para se preparar para o nascimento.<br />
Atualmente cerca de sessenta por cento das mães são submetidas a epidurais e muitas outras formas de alívio da dor, cuja segurança de sido freqüentemente questionada. Muitas mães entram na sala de parto com a intenção de ter um parto &#8220;natural&#8221; e, em seguida, compreensivelmente, solicitam drogas para dor quando começa o efeito real das suas contrações.<br />
A hipnose é usada com sucesso em muitas outras áreas da saúde, incluindo a odontologia, conhecida por sua associação com dor e medo, e o medo aqui parece ser a chave. A maioria das mães experimenta ansiedade e medo em relação ao nascimento iminente, em parte devido à nossa sociedade ser muito centrada na medicina em relação ao parto, o que implica que é uma experiência perigosa, dolorosa e assustadora.<br />
Os hipnoterapeutas acreditam que uma boa parte da dor do parto vem do medo que age sobre o corpo, causando tensão e contração muscular. Se as mulheres puderem relaxar e aliviar a tensão muscular, isto causa menos dor e contrações mais eficazes, e com freqüência um trabalho de parto mais rápido. Isto com certeza parece plausível, e os comentários das mulheres que usaram a técnica foram sempre positivos.<br />
A aplicação da hipnose no trabalho de parto foi apoiada por vários estudos de escala relativamente grande, um dos quais descobriu que a auto-hipnose durante o parto aliviou a dor do parto até certo ponto, reduziu o risco de complicações médicas e reduziu a necessidade de cirurgia. Outro estudo descobriu que a hipnoterapia encurtou a primeira e a segunda fase do trabalho de parto. Para as mulheres que têm seu primeiro filho, a primeira fase foi reduzido de uma média de 9,3 horas para 6,4 horas, e a segunda etapa de cinqüenta minutos para trinta e sete minutos em média. As diferenças para as mulheres que têm filhos pela segunda vez ou mais foram menos dramáticas, e é aqui os benefícios financeiros podem ser vistos.<br />
Com certeza pode-se ver o lado negativo, pois esta técnica não funciona para todas as mulheres. É de se preocupar também que as equipes médicas poderão cuidar com menos freqüência de mulheres aparentemente auto-suficientes no trabalho de parto, de modo a sujeitá-las a um risco maior devido a complicações que podem passar despercebidas.<br />
Mas, em geral, a técnica é inofensiva, comprovada em estudos e capacita as mulheres a ter mais controle sobre o processo do parto, ao contrário de outras propostas mal planejadas do Ministério da Saúde da Inglaterra.</p>
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		<title>Hipnose pode impedir o sono ao volante e acidentes</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 18:16:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[hipnose]]></category>
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		<description><![CDATA[•  3 de janeiro de 2011 Hipnose pode impedir o sono ao volante e acidentes FONTE: www.examiner.com Tradução: SBHH Estima-se que 63% dos norte-americanos dormem menos de oito horas por dia e que 31% dormem menos de sete horas. Dois terços dos americanos têm insônia ou dizem não conseguir dormir bem, pelo menos algumas noites [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>•  3 de janeiro de 2011</p>
<h3>Hipnose pode impedir o sono ao volante e acidentes</h3>
<p><img style="border: 0pt none;" src="http://www.sbhh.org.br/images/news_135.jpg" border="0" alt="news 135 Hipnose pode impedir o sono ao volante e acidentes" width="125" height="97" title="Hipnose pode impedir o sono ao volante e acidentes" /></p>
<p>FONTE: <a href="http://www.naturalnews.com/026430_anxiety_hypnotherapy_hypnosis.html" target="_blank"></a><a href="http://www.examiner.com/alternative-medicine-in-glendale-ca/hypnosis-can-prevent-drowsy-driving-and-automobile-crashes" target="_blank">www.examiner.com</a><br />
Tradução: SBHH</p>
<p>Estima-se que 63% dos norte-americanos dormem menos de oito horas por dia e que 31% dormem menos de sete horas. Dois terços dos americanos têm insônia ou dizem não conseguir dormir bem, pelo menos algumas noites por semana. Portanto, quando você se sentir sonolento, isso significa que você não dormiu o suficiente.<br />
A privação do sono e conseqüentemente assumir o volante com sono, já causou centenas de milhares de acidentes, e está na hora de dar mais crédito a hipnoterapia por salvar vidas. Apesar de que existem novos sistemas eletrônicos que podem ajudar os motoristas cansados, estes ainda não são tão seguros quanto a hipnose.<br />
De acordo com especialistas da Fundação para a Segurança no Tráfego dos Estados Unidos, o ato de dirigir com sono é responsável por cerca de cem mil acidentes, dos quais 1.500 são fatais, durante o período de um ano.<br />
Vinte por cento de todos os acidentes nas estradas são devidos a sonolência ao volante, e quarenta por cento admitem adormecer enquanto dirigem.<br />
Assim como as drogas ou o álcool, o sono diminui o tempo de reação, diminui a percepção e prejudica capacidade de julgamento.<br />
Como a hipnose pode ajudar? As sugestões feitas pelo hipnoterapeuta irão levar o cliente para o sono com movimento rápido dos olhos (REM), antes do nível mais profundo do sono. Durante a primeira fase, o cliente relaxa seu corpo físico e começa a entrar em um estado de sonolência.  Este estágio pode durar de cinco a dez minutos. Na fase dois, ocorre o sono leve. Os músculos alternam entre a contração e o relaxamento. A freqüência cardíaca diminui. A temperatura corporal diminui. Então, antes que o cliente esteja pronto para entrar em um nível mais profundo do sono, que é a de ondas lentas ou sono de ondas delta, o hipnotizador retira o cliente da hipnose e faz-lhe outra sugestão de que quando chegar em casa com segurança, estando alerta, poderá continuar a quarta fase, que é o nível mais profundo do sono.<br />
Esta ação não só ajuda o cliente a se sentir reanimado e alerta, mas é capaz de funcionar como se ele realmente tivesse experimentado uma boa noite de sono. Isso significa que seu corpo inteiro sente-se alerta e seguro em todos os momentos.<br />
Dirija com cuidado e permaneça alerta.</p>
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		<title>Hipnose atinge partes do cérebro que os tomógrafos e as neurocirurgias não conseguem</title>
		<link>http://sbhh.org.br/hipnose-atinge-partes-cerebro-os-tomografos-neurocirurgias-nao-conseguem/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 15:28:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[hipnose]]></category>
		<category><![CDATA[curso de hipnose]]></category>
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		<description><![CDATA[•  1 de outubro de 2010 Hipnose atinge partes do cérebro que os tomógrafos e as neurocirurgias não conseguem FONTE: www.guardian.co.uk Tradução: SBHH Não mais um mero ato de um teatro de variedades, a hipnose está sendo usada em laboratórios para explicar o funcionamento mais profundo do cérebro Por Vaughan Bell, do respeitado blog de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>•  1 de outubro de 2010</p>
<h3>Hipnose atinge partes do cérebro que os tomógrafos e as neurocirurgias não conseguem</h3>
<p><img style="border: 0pt none;" src="http://www.sbhh.org.br/images/news_134.jpg" border="0" alt="news 134 Hipnose atinge partes do cérebro que os tomógrafos e as neurocirurgias não conseguem" width="125" height="97" title="Hipnose atinge partes do cérebro que os tomógrafos e as neurocirurgias não conseguem" /></p>
<p>FONTE: <a href="http://www.guardian.co.uk/science/blog/2010/sep/30/hypnosis-neuroscience-psychology" target="_blank">www.guardian.co.uk</a><a href="http://www.naturalnews.com/026430_anxiety_hypnotherapy_hypnosis.html" target="_blank"><br />
</a>Tradução: SBHH<a href="../" target="_blank"></a></p>
<p>Não mais um mero ato de um teatro de variedades, a  hipnose está sendo usada em laboratórios para explicar o funcionamento mais  profundo do cérebro</p>
<p><em>Por Vaughan Bell</em>, do respeitado blog de  neurociência <a href="http://mindhacks.com/" target="_blank"><em>Mind  Hacks</em></a>.</p>
<p>Sempre que A.R. vê um rosto, seus pensamentos são  banhados em cores e cada identidade desencadeia a sua tonalidade própria e rica  que brilha através dos olhos de sua mente. Esta experiência é um tipo de  sinestesia, que, para cerca de uma em cada cem pessoas, automaticamente combina  os sentidos. Algumas pessoas sentem o gosto de palavras, outras vêem sons, mas  A.R. experimenta cores com cada rosto que vê. Mas nesta ocasião, talvez pela  primeira vez em sua vida, um rosto é apenas um rosto. Não há cores, ricos  matizes, ou luzes internas.<br />
Se a experiência é nova para A.R., é igualmente  nova para a ciência, porque ninguém tinha suspeitado que a sinestesia poderia  ser revertida. Apesar da originalidade da descoberta, a técnica responsável pelo  interruptor não é nem a estimulação cerebral de alta tecnologia, nem a mais  moderna neurocirurgia, mas a antiga técnica da hipnose.<br />
A reversão  surpreendente da sinestesia de A.R. foi relatada em <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.neuropsychologia.2010.07.004" target="_blank">um  estudo</a> recente feito pelo psicólogo Devine Terhune e seus colegas da  Universidade de Lund, na Suécia. Os pesquisadores mostraram fotos de rostos com  cores e matizes para A.R. e pediu-lhe para identificar o tom da cor na tela,  enquanto a atividade elétrica de seu cérebro era medida com eletrodos no couro  cabeludo.<br />
Quando a cor do rosto na tela entrava em conflito com a cor que  aparecia em sua mente, ela reagia lentamente, como se estivesse tentando ler  semáforos com óculos coloridos. Enquanto isso, as medições elétricas mostravam  seu cérebro se esforçando para resolver o conflito.<br />
Mas após a reversão pela  hipnose, ela passou sem problemas pelos nomes das cores, reagindo tão  rapidamente como pessoas sem sinestesia, e não exibindo nenhum dos sinais  neurológicos de tentar resolver tarefas mentais concorrentes. A hipnose não só  alterou a sua experiência, mas modificou o funcionamento de vias específicas do  cérebro de uma maneira que nós normalmente não podemos controlar somente com a  vontade consciente.<br />
Em um número crescente de laboratórios ao redor do mundo,  a hipnose está sendo usada como uma ferramenta experimental para permitir que os  investigadores temporariamente desfaçam nossas respostas psicológicas  normalmente integradas para entender melhor a mente e o cérebro.<br />
A sinestesia  é uma associação psicológica automática que ocorre apenas em pouquíssimas  pessoas, mas nós somos abençoados (e, de fato, amaldiçoados) com mentes que  operam principalmente no piloto automático. Consideremos estas palavras, por  exemplo. Enquanto você lê as palavras deste texto, você não está conscientemente  identificando cada letra, conjugando-as em sua cabeça, e combinando o conjunto a  uma memória do que significa, apenas parece acontecer automaticamente quando  você vê cada uma.<br />
Em uma analogia com a tarefa conflitante de cores de A.R.,  se eu pedir-lhe que nomeie a cor que com a qual a palavra <span style="color: #ff0000;">verde</span> está destacada, eu espero que você diga  vermelho. Acontece que você é ligeiramente mais lento em nomear a cor de realce  quando esta se choca com a palavra (como em <span style="color: #0000ff;">vermelho</span>, <span style="color: #ff0000;">verde </span>e <span style="color: #008000;"> azul</span>) do que quando as cores e as palavras são  as mesmas (como em <span style="color: #ff0000;">vermelho</span>, <span style="color: #008000;">verde </span>e <span style="color: #0000ff;">azul</span>),  porque não podemos decidir a não ler as palavras quando as vemos &#8211; isso acontece  automaticamente &#8211; e isso interfere com a tentativa de nomear a cor do  realce.<br />
Esta interferência é conhecida como o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Efeito_Stroop" target="_blank">efeito  Stroop</a> e, juntamente com as respostas normais do cérebro que a acompanham,  também foram revertidas com a hipnose &#8220;desligando&#8221; a leitura automática das  palavras.<br />
Se você não está familiarizado com a hipnose, eu suspeito que você  pode imaginar cenas com um cavalheiro vitoriano balançando um relógio de bolso  em um scanner cerebral, mas não há magia no procedimento — que apenas exige que  alguém se concentre em sua voz. Mesmo a parte do relaxamento foi demonstrada  como sendo opcional, depois que em um <a href="http://dx.doi.org/10.1037/0021-843X.85.2.218" target="_blank">estudo  inovador</a> foi possível hipnotizar pessoas enquanto usavam bicicletas  ergométricas.<br />
Talvez a coisa mais importante a saber sobre a hipnose é que  nem todo mundo é hipnotizável na mesma medida: inúmeras pesquisas têm  demonstrado que cada um de nós difere em nossa suscetibilidade. A maioria das  pessoas pode experimentar a sensação de seus braços estarem leves ou pesados  através da sugestão de outra pessoa, um pouco menos pode sentir como se os  movimentos estivessem sendo impedidos, e apenas uma minoria — cerca de 10% da  população — experimenta mudanças no funcionamento da percepção, memória e  pensamento.<br />
Para aqueles que são &#8220;pouco hipnotizáveis&#8221;, a sensação de ser  hipnotizado muitas vezes é como ouvir uma daquelas fitas de relaxamento um tanto  quanto longas e chatas, mas para os altamente hipnotizáveis, conhecidos como  &#8220;prodígios&#8221; na literatura científica, os efeitos são convincentes.<br />
Não  sabemos por que temos essa tendência, mas sabemos que é <a href="http://dx.doi.org/10.1007/BF01074653" target="_blank">em parte genética</a>,  que é <a href="http://dx.doi.org/10.1002/1096-8628%2820001204%2996:6%3C771::AID-AJMG14%3E3.0.CO;2-T" target="_blank">influenciada</a> por <a href="http://dx.doi.org/10.1076/iceh.52.1.47.23922" target="_blank">genes  específicos</a>, e tem sido associada a <a href="http://dx.doi.org/10.1093/brain/awh196" target="_blank">diferenças na  estrutura cerebral</a>.<br />
Esta característica parece estar normalmente  distribuída por toda a população e não foram encontrados métodos confiáveis para  se alterar o quanto somos hipnotizáveis. Provavelmente, algumas pessoas possuem  esta característica, enquanto outras não. Esta característica é geralmente  descrita como &#8220;sugestionabilidade&#8221;, mas não tem nada a ver com ingenuidade ou a  ser facilmente conduzido. Pessoas suscetíveis à hipnose não são ingênuas,  crédulas ou têm confiança mais do que ninguém, mas elas têm a capacidade de  permitir mudanças aparentemente involuntárias em suas mentes e seus corpos.<br />
A  frase chave aqui é que elas &#8220;têm a capacidade de permitir&#8221;, porque a hipnose não  pode ser usada para forçar alguém contra sua vontade. É um pouco como assistir  um filme emocional. Se você quiser, você pode permanecer distante, ignorar o que  está acontecendo, ou jogar sudoku na sua cabeça, mas se você se envolve com a  história, você não decide conscientemente se sentirá alegria ou tristeza à  medida que a história avança, você simplesmente reage. A hipnose funciona de  forma semelhante &#8211; algumas pessoas simplesmente parecem ter a capacidade de  conseguir &#8220;se envolver mais na história&#8221;.<br />
Quando uma sugestão é bem-sucedida,  a experiência dela parecendo &#8220;acontecer por si só&#8221; é fundamental, e é exatamente  com isso que os neurocientistas têm trabalhado — sugerindo mudanças temporárias  para a mente que não seríamos necessariamente capazes de desencadear por conta  própria. No caso dos<a href="http://dx.doi.org/10.1073/pnas.0503064102" target="_blank"> dois</a> <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.neuroimage.2005.05.002" target="_blank">experimentos</a> que conseguiram temporariamente &#8220;desligar&#8221; o  efeito Stroop em pessoas altamente hipnotizáveis, a sugestão era que as palavras  pareciam como &#8220;símbolos sem sentido&#8221;. Isso evitou um conflito entre a cor e a  palavra, porque o texto repentinamente parecia ser algo sem sentido.<br />
Estes  estudos têm sido úteis, pois eles descobriram que o sistema de resolução de  demandas conflitantes do cérebro, parte do nosso sistema de gestão da atenção,  parecia ficar desligado. Os prodígios da hipnose aparentemente têm a capacidade  de colocar este sistema em modo de espera quando necessário, algo que não está  presente nos pouco hipnotizáveis. Os neurocientistas <a href="http://dx.doi.org/10.1038/nrn1903" target="_blank">Amir Raz e Jason Buhle  sugerem</a> que a hipnose acontece realmente quando nós permitimos que as  sugestões assumam nosso controle da atenção normalmente auto-dirigido que lida  com a auto-gestão mental, permitindo que a ciência tenha uma ferramenta  interessante para &#8220;penetrar por baixo da capa&#8221; da mente consciente.<br />
Além de  nos permitir explorar melhor os detalhes básicos da mente e do cérebro, a  hipnose está sendo usada também para simular experiências que normalmente causam  problemas às pessoas, tais como alucinações ou perda de controle sobre o corpo.  Como os efeitos das sugestões são apenas temporários, a hipnose pode ser usada  para disparar essas experiências sem problemas e por apenas alguns minutos de  cada vez. Os &#8220;prodígios&#8221; são muito procurados para experimentos que envolvem o  escaneamento do cérebro, onde os pesquisadores analisam os padrões de atividade  cerebral quando, por exemplo, eles são convidados a ouvir uma música ilusória ou  sentir como se não pudessem mover a mão.<br />
Vários <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.tics.2009.03.004" target="_blank">grupos de  pesquisa têm mostrado</a> que a hipnose parece emular essas experiências  acuradamente e que os efeitos sobre o cérebro são diferentes daqueles quando os  participantes são convidados a falsificar ou imaginar a mesma coisa — ambas  comparações são importantes porque não podemos distinguir apenas a partir do que  alguém diz que está realmente experimentando os efeitos (como podem atestar os  pais de crianças tímidas em relação à escola que apresentam dores de estômago  misteriosamente cronometradas).<br />
<a href="http://jnnp.bmj.com/content/early/2010/09/29/jnnp.2009.199158.abstract" target="_blank">Nosso próprio grupo de pesquisas está usando a hipnose para  simular mudanças no controle do corpo</a>, em parte para examinar se processos  cerebrais semelhantes estão envolvidos tanto na hipnose quanto em uma doença  chamada transtorno de conversão — onde o que parecem ser sintomas neurológicos  aparecem, como paralisia ou cegueira, apesar de não haver danos no sistema  nervoso, que poderiam explicá-los.<br />
Até onde sabemos, parece haver semelhança  entre a doença e os efeitos da hipnose, onde os sistemas de atenção do lobo  frontal parecem fazer com que outras áreas do cérebro fiquem desligadas. O que  não temos certeza, é porque isso é apenas temporário na hipnose, mas a longo  prazo no transtorno de conversão.<br />
Mas talvez ainda o mais misterioso é o  porquê de termos a capacidade de sermos hipnotizados. Como uma espécie, cerca de  10% da população pode ter sua realidade alterada profundamente, pela simples  sintonia a sugestões feitas por outra pessoa &#8211; algo que é profundamente estranho  quando se pensa a respeito.<br />
A hipnotizabilidade dos &#8220;prodígios&#8221; nunca foi  ligada com segurança a quaisquer problemas ou dificuldades, e tem sido sugerido  que, ao contrário, ela na realidade reflete um controle mais eficiente dos  sistemas de atenção do cérebro. Pode ser um efeito colateral de outros  benefícios, mas nós ainda não temos boas teorias.<br />
Se você tiver alguma  sugestão, deixe-me saber.</p>
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		<title>Hospital substitui sedação por hipnose</title>
		<link>http://sbhh.org.br/hospital-substitui-sedacao-por-hipnose/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 19:45:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[hipnose]]></category>
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		<description><![CDATA[•  30 de julho de 2010 Hospital substitui sedação por hipnose FONTE: estadao.com.br Imersa em uma cachoeira no meio de uma floresta tropical, a tradutora Elaine Pereira, 43 anos, conseguiu fazer a ressonância magnética que ela tanto temia. A cena, na verdade, estava só na mente dela. Hipnotizada, foi capaz de relaxar sem a necessidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>•  30 de julho de 2010</p>
<h3>Hospital substitui sedação por hipnose</h3>
<p><img style="border: 0pt none;" src="http://www.sbhh.org.br/images/news_133.jpg" border="0" alt="news 133 Hospital substitui sedação por hipnose" width="125" height="97" title="Hospital substitui sedação por hipnose" /></p>
<p>FONTE: <a href="http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/hospital-substitui-sedacao-por-hipnose/" target="_blank">estadao.com.br</a></p>
<p>Imersa em uma cachoeira no meio de uma floresta tropical, a tradutora Elaine Pereira, 43 anos, conseguiu fazer a ressonância magnética que ela tanto temia. A cena, na verdade, estava só na mente dela. Hipnotizada, foi capaz de relaxar sem a necessidade de sedativos. A técnica, aplicada no Hospital São Camilo, permite a pacientes claustrofóbicos (que têm medo de lugares fechados e apertados) passar pela máquina conscientes e calmos.<br />
Sem efeitos colaterais, a hipnose é usada como alternativa para a anestesia. Diferentemente da injeção, o procedimento não afeta a percepção e não tem contraindicações, segundo os médicos. Após o exame, o paciente pode, por exemplo, voltar para casa dirigindo. “A sedação é segura, mas ainda assim envolve alguns riscos. Já para a hipnose, o perigo é o mesmo que dormir”, diz o cardiologista do Hospital São Camilo Luiz Velloso, um dos coordenadores do estudo.<br />
Para que a técnica fosse oferecida no hospital, Velloso e a psicóloga Maluh Duprat a experimentaram em pelo menos 20 pacientes. Segundo eles, 18 pessoas enfrentaram o procedimento sem a necessidade de medicamentos.<br />
Elaine conta que nem sentiu o tempo passar. “Para mim foram apenas cinco minutos, mas eu sei que fiquei uma hora dentro da máquina”, diz. Ela procurou a alternativa após uma experiência ruim com a ressonância. “Tenho claustrofobia, mas nada que atrapalhe a minha vida. Só que durante o exame, além do espaço ser pequeno, você não pode se mexer”, conta.<br />
Uma tatuagem impedia Elaine de realizar o procedimento sedada. De acordo com os especialistas, algumas tatuagens, feitas com tintas à base de metais, podem ser atraídas pelo magnetismo da máquina. Por isso, o paciente deve estar consciente para informar ao médico se está com dor.<br />
A capacidade de responder aos estímulos dos médicos é outra vantagem da hipnose. “Às vezes, o paciente deve obedecer algo ou assumir alguma posição durante o procedimento, coisa que não pode fazer se estiver sedado”, diz Velloso.<br />
A técnica é usada como substituta para a sedação, mas não cura a claustrofobia. “Não é uma cura. Mas durante o exame o paciente percebe que tem controle sobre aquele medo”, diz Maluh. Elaine, por exemplo, passou a se imaginar em uma floresta sempre que sente-se estressada. “É uma ótima técnica de relaxamento”, diz.<br />
Antes do exame, Elaine foi testada para ver se poderia ser hipnotizada. A preparação antes da ressonância não durou mais que 10 minutos, de acordo com ela. “Depois eu ainda saí dirigindo”, diz. Muitos procedimentos anestésicos, por outro lado, demandam meses de agendamento com o anestesista.<br />
A hipnose, reconhecida pelos conselhos de medicina, deve ser praticada por profissionais de saúde mediante treinamento. No ano passado, a Sociedade Brasileira de Hipnose e Hipniatria (SBHH) capacitou cerca de 700 médicos, psicólogos e dentistas.<br />
Para o médico Luiz Carlos Motta Lima, presidente da SBHH, a técnica pode ser usada como ferramenta adicional em qualquer tratamento médico ou odontológico. “Se um paciente tem pneumonia, por exemplo, pode-se usar a hipnose para que ele aumente a defesa de seu organismo”, explica.<br />
<em>Por Lais Cattassini e Mariana Lenharo.</em></p>
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		<title>Imagens &#8216;frias&#8217; diminuem ondas de calor</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 19:25:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[•  21 de julho de 2010 Imagens &#8216;frias&#8217; diminuem ondas de calor FONTE: www.sify.com Tradução: www.sbhh.org.br Um novo estudo americano mostrou que mulheres que imaginam cenas associadas com frieza durante a hipnoterapia tendem a ter uma diminuição dramática nas ondas de calor que são experimentadas um pouco antes da menopausa. &#8220;Esta é uma descoberta interessante, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>•  21 de julho de 2010</p>
<h3>Imagens &#8216;frias&#8217; diminuem ondas de calor</h3>
<p><img style="border: 0pt none;" src="http://www.sbhh.org.br/images/news_132.jpg" border="0" alt="news 132 Imagens frias diminuem ondas de calor" width="125" height="97" title="Imagens frias diminuem ondas de calor" /></p>
<p>FONTE: <a href="http://www.gossipjackal.com/health/2010/07/13/self-hypnosis-a-possible-tourettes-treatment/" target="_blank"></a><a href="http://sify.com/news/cool-imagery-lowers-hot-flashes-in-women-nearing-menopause-news-international-khstkedbeaf.html">www.sify.com</a><br />
Tradução: <a title="Linkification: http://www.sbhh.org.br" href="http://www.sbhh.org.br/">www.sbhh.org.br</a></p>
<p>Um novo estudo americano mostrou que mulheres que imaginam cenas associadas com frieza durante a hipnoterapia tendem a ter uma diminuição dramática nas ondas de calor que são experimentadas um pouco antes da menopausa.<br />
&#8220;Esta é uma descoberta interessante, porque começa a esclarecer como funciona, especificamente, a terapia de relaxamento hipnótico que reduz as ondas de calor&#8221;, disse o Dr. Gary Elkins da <a href="https://www.baylor.edu/pr/news.php?action=story&amp;story=76617" target="_self">Universidade de Baylor</a>, no estado do Texas, Estados Unidos.<br />
&#8220;A descoberta pode indicar que as áreas do cérebro ativadas por imagens podem ser idênticas àquelas ativadas por eventos reais percebidos. Portanto, pode ser que enquanto uma mulher que sofre de ondas de calor imagina um lugar frio, ela também sente frio, em vez do calor de uma onda de calor&#8221;, acrescentou.<br />
Cerca de oitenta e cinco por cento das mulheres experimentam ondas de calor ao se aproximarem da menopausa.<br />
Os pesquisadores avaliaram 51 sobreviventes de câncer de mama que participaram de um estudo com hipnose para o tratamento de ondas de calor.<br />
Eles descobriram que todas as participantes demonstraram preferência por imagens associadas à frieza, e nenhuma por imagens associadas ao calor.<br />
Dos temas usados para imagens, 27 por cento das participantes visualizaram água associada com frieza.<br />
No entanto, 17,6 por cento imaginaram ar frio ou vento e 16,2 por cento imaginaram montanhas frias.<br />
Também, 11,5 por cento visualizaram uma floresta fresca ou folhas e 6,8 por cento visualizaram neve. 20,9 por cento imaginaram outras coisas, como um cinema refrigerado ou uma geada em uma manhã de inverno.<br />
&#8220;Estes resultados realmente nos orientam em relação ao que as mulheres respondem&#8221;, disse o Dr. Elkins.<br />
&#8220;Este estudo sustenta a idéia de que as imagens mais eficazes são aquelas que são geradas pelas próprias participantes, em relação às suas próprias percepções e experiências de vida.&#8221;<br />
Os resultados foram publicados no periódico <em>Journal of Clinical and Experimental Hypnosis</em>.</p>
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		<title>Auto-hipnose como tratamento da Síndrome de Tourette</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 13:01:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[•  14 de julho de 2010 Auto-hipnose como tratamento da Síndrome de Tourette FONTE: www.gossipjackal.com Tradução: www.sbhh.org.br Pesquisadores da área médica divulgaram um estudo de caso em pequena escala na última edição do Journal of Developmental &#38; Behavioral Pediatrics, que sugere que técnicas de auto-hipnose podem ajudar pacientes com a Síndrome de Tourette a melhorar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>•  14 de julho de 2010</p>
<h3>Auto-hipnose como tratamento da Síndrome de Tourette</h3>
<p><img style="border: 0pt none;" src="http://www.sbhh.org.br/images/news_131.jpg" border="0" alt="news 131 Auto hipnose como tratamento da Síndrome de Tourette" width="125" height="97" title="Auto hipnose como tratamento da Síndrome de Tourette" /></p>
<p>FONTE: <a href="http://www.gossipjackal.com/health/2010/07/13/self-hypnosis-a-possible-tourettes-treatment/" target="_blank">www.gossipjackal.com<br />
</a> Tradução: <a title="Linkification: http://www.sbhh.org.br" href="http://www.sbhh.org.br/">www.sbhh.org.br</a></p>
<p>Pesquisadores da área médica divulgaram um estudo de caso em pequena escala na última edição do <em>Journal of Developmental &amp; Behavioral Pediatrics</em>, que sugere que técnicas de auto-hipnose podem ajudar pacientes com a Síndrome de Tourette a melhorar o controle sobre os tiques.<br />
O Dr. Jeffrey Lazarus, co-autor do estudo, e uma equipe de pesquisadores experimentaram uma série de técnicas de auto-hipnose em um grupo de trinta e três participantes. O estudo envolveu crianças e jovens com a Síndrome de Tourette, com idades entre seis e dezenove anos. Os investigadores conduziram as sessões durante um período de dois meses e meio. Os participantes assistiram a um vídeo de um jovem da sua idade descrevendo técnicas de auto-hipnose. Eles receberam técnicas de relaxamento e foram solicitados a focar nos sentimentos que ocorrem antes de um tique, bem como se livrar do tique. Foi solicitado aos participantes a prática das técnicas de auto-hipnose pelo menos três vezes ao dia, mantendo um relatório.<br />
Na conclusão do estudo, doze indivíduos indicaram que haviam conseguido uma melhora dramática, com apenas duas sessões e o treinamento com vídeo. Treze tiveram o mesmo resultado após três sessões, e um participante após quatro sessões. O estudo concluiu que vinte e seis crianças se beneficiaram significativamente do regime de auto-hipnose.<br />
O Dr. Lazarus afirma que a auto-hipnose apresenta várias vantagens sobre a terapia com drogas tradicionais, incluindo a ausência de efeitos colaterais das drogas e uma abordagem menos onerosa para desordens leves e moderadas de tiques, em comparação com produtos farmacêuticos.<br />
Embora reconheçam os resultados do estudo, outros cientistas continuam céticos em relação ao estudo, citando o número pequeno de participantes e a falta de dados a longo prazo sobre o uso da técnica.<br />
O estudo também não incluiu um grupo controle.</p>
<p><a href="http://journals.lww.com/jrnldbp/Abstract/2010/07000/Nonpharmacological_Treatment_of_Tics_in_Tourette.9.aspx" target="_blank">Link</a> para o <em>abstract </em>do estudo.</p>
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		<title>Tricotilomania</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 13:17:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[•  18 de maio de 2010 Tricotilomania FONTE: ninemsn.com.au Tradução: www.sbhh.org.br A tricotilomania é um transtorno do controle dos impulsos, causando a compulsão de puxar os cabelos, cílios e sobrancelhas. Aqueles que sofrem deste transtorno geralmente apresentam áreas calvas notáveis, as quais tentam encobrir com penteados, perucas ou roupas. Os cabelos são geralmente arrancados fio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>•  18 de maio de 2010</p>
<p><strong>Tricotilomania</strong></p>
<p><img style="border: 0pt none;" src="http://www.sbhh.org.br/images/news_130.jpg" border="0" alt="news 130 Tricotilomania" width="125" height="97" title="Tricotilomania" /></p>
<p>FONTE: <a href="http://www.naturalnews.com/027267_phobias_hypnosis_hypnotherapy.html" target="_blank"></a><a href="http://aca.ninemsn.com.au/article.aspx?id=1053447" target="_blank">ninemsn.com.au</a><br />
Tradução: <a title="Linkification: http://www.sbhh.org.br" href="http://www.sbhh.org.br/">www.sbhh.org.br</a></p>
<p>A tricotilomania é um transtorno do controle dos impulsos, causando a compulsão de puxar os cabelos, cílios e sobrancelhas. Aqueles que sofrem deste transtorno geralmente apresentam áreas calvas notáveis, as quais tentam encobrir com penteados, perucas ou roupas.<br />
Os cabelos são geralmente arrancados fio por fio com os dedos ou com uma pinça, ao ler, pensar ou ver televisão, e com freqüência sem que estejam conscientes do seu comportamento. O ato de puxar os cabelos também pode ocorrer durante o sono.<br />
A tricotilomania (também referida como TTM), afeta entre um e três por cento da população e estima-se que afeta sete vezes mais mulheres do que homens.<br />
As pesquisas sobre as causas da tricotilomania estão ainda em estágios iniciais. As evidências preliminares sugerem que é uma desordem neurobiológica.<br />
Em alguns casos, a mania de puxar os cabelos tem início durante uma época de estresse. Pode assemelhar-se a um hábito, um vício, um transtorno de tiques ou um transtorno obsessivo-compulsivo.<br />
Para alguns, a tricotilomania pode ser tratada com um pouco de atenção e concentração extras. Para outros, a compulsão pode ser tão forte a ponto de interromper a rotina diária daqueles que sofrem deste transtorno.<br />
Nenhum tratamento mostrou-se eficaz para todos.<br />
A terapia comportamental cognitiva procura interceptar a atividade que desencadeia a compulsão de puxar os cabelos.<br />
Alguns medicamentos, incluindo os inibidores seletivos de recaptação de serotonina (como o Prozac ou o Zoloft) apresentaram redução da gravidade dos sintomas. No entanto, a medicação não é geralmente a forma inicial de tratamento da tricotilomania.<br />
As terapias alternativas, incluindo a hipnose, mudanças na dieta e exercícios físicos têm sido bem-sucedidas no tratamento de alguns doentes.</p>
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		<title>Tratamento de fobias com hipnose e a Técnica do Rebobinamento</title>
		<link>http://sbhh.org.br/tratamento-de-fobias-com-hipnose-e-a-tecnica-do-rebobinamento/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 14:51:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[•  4 de maio de 2010 Tratamento de fobias com hipnose e a Técnica do Rebobinamento FONTE: www.naturalnews.com Tradução: www.sbhh.org.br Fobias são bastante comuns. O Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos estima que entre 8 e 18% da população americana sofre de alguma fobia. Elas são a forma mais comum de um transtorno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>•  4 de maio de 2010</p>
<p><strong>Tratamento de fobias com hipnose e a Técnica do Rebobinamento</strong></p>
<p><img style="border: 0pt none;" src="http://www.sbhh.org.br/images/news_129.jpg" border="0" alt="news 129 Tratamento de fobias com hipnose e a Técnica do Rebobinamento" width="125" height="97" title="Tratamento de fobias com hipnose e a Técnica do Rebobinamento" /></p>
<p>FONTE: <a href="http://www.naturalnews.com/027267_phobias_hypnosis_hypnotherapy.html" target="_blank">www.naturalnews.com<br />
</a> Tradução: www.sbhh.org.br</p>
<p>Fobias são bastante comuns. O Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos estima que entre 8 e 18% da população americana sofre de alguma fobia. Elas são a forma mais comum de um transtorno de ansiedade. Entre as mulheres de todas as idades, as fobias são a forma mais comum de transtorno mental e entre os homens com mais de 25 anos, as fobias são a segunda forma mais comum de transtorno mental. A hipnose é uma forma eficaz de tratamento das fobias (Kessler et al., 2005). Recentemente, uma nova técnica, chamada de Técnica do Rebobinamento (também conhecida como Cura Rápida de Fobia ou Dissociação visual/cinestética), foi demonstrada como sendo muito eficaz para auxiliar as pessoas a livrar-se de seus medos.<br />
A fobia é um medo irracional que representa pouco ou nenhum perigo para as pessoas que sofrem do medo. Tipos de medo incluem o medo das alturas, espaços pequenos, dirigir, voar e diferentes tipos de animais. Para acalmar seus medos, a maioria das pessoas tentam evitar aquilo que temem. Ao enfrentar o medo, os sintomas comuns da fobia que se manifestam incluem pânico, ansiedade, ritmo cardíaco acelerado, e falta de ar (Medline Plus).<br />
O medo é um mecanismo de sobrevivência que foi uma parte muito importante na sobrevivência de nossa espécie em tempos remotos. Isso é inculcado em todos os seres humanos e agora as fobias são direcionadas de forma irracional. O objetivo da hipnoterapia é remover o padrão subconsciente da fobia. Uma técnica comum usada com a hipnoterapia é a chamada Técnica do Rebobinamento. Esta técnica é semelhante a uma técnica de Programação Neurolinguística (PNL).<br />
Esta técnica tem-se revelado altamente eficaz, não importando quanto tempo a pessoa sofre da fobia. Além disso, não importa se a fobia ou os sintomas da fobia são graves ou não, pois a Técnica do Rebobinamento funciona com rapidez e eficiência, muitas vezes em uma única sessão.<br />
A Técnica do Rebobinamento é aplicada depois que o hipnoterapeuta induz o estado de hipnose sobre no paciente. Em seguida, o hipnoterapeuta guia o paciente através de imagens e de etapas para &#8220;rebobinar&#8221; a fobia. O hipnoterapeuta não precisa saber como a fobia começou e não precisa conhecer qualquer um dos sintomas que o paciente esteja sofrendo. Tudo que o hipnoterapeuta deve saber é como guiar os pacientes através da Técnica do Rebobinamento para auxiliá-los a superar seu medo (Sherred).<br />
Há muitos benefícios no uso da hipnose e da Técnica do Rebobinamento em pacientes que sofrem de fobias. É um método rápido e eficaz de auxiliar o paciente a superar sua fobia. Ele melhora a qualidade de vida e pode reduzir o uso de medicações que são muitas vezes utilizadas para tratar os sintomas da fobia.<br />
Esta técnica também pode ser usada com pessoas que sofrem de estresse pós-traumático.</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p>Kessler et al., <a href="http://archpsyc.ama-assn.org/cgi/content/abstract/62/6/617" target="_blank">Prevalence, Severity, and Comorbidity of 12-Month DSM-IV Disorders in the National Comorbidity Survey Replication</a>, June 2005, Archive of General Psychiatry, Volume 20.</p>
<p>&#8220;<a href="http://www.nlm.nih.gov/medlineplus/phobias.html" target="_blank">Phobias</a>.&#8221; Medline Plus. Retrieved on October 12, 2009.</p>
<p>Sherred, I. <a href="http://www.hypnotherapyarticles.com/ArtG/articleg00035.htm" target="_blank">Phobias: How they arise, and how they can be cured with hypnotherapy</a>. Retrieved on October 12, 2009.</p>
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		<title>Hipnose beneficia o sistema imunológico</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 20:31:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[•  23 de março de 2010 Hipnose beneficia o sistema imunológico FONTE: www.naturalnews.com Tradução: www.sbhh.org.br A gripe deverá atingir mais pessoas este ano em comparação com a média da temporada de gripe. Há muitas incertezas neste ano devido ao vírus influenza H1N1. O Centro de Controle de Doenças dos E.U.A. diz que o vírus H1N1 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>•  23 de março de 2010</p>
<p><strong> </strong><strong>Hipnose  beneficia o sistema imunológico</strong></p>
<p><img src="http://www.sbhh.org.br/images/news_127.jpg" border="0" alt="news 127 Hipnose beneficia o sistema imunológico" width="125" height="97" title="Hipnose beneficia o sistema imunológico" /></p>
<p>FONTE: <a href="http://www.naturalnews.com/027405_hypnosis_immune_system_hypnotherapy.html" target="_blank">www.naturalnews.com</a><a href="http://www.naturalnews.com/026430_anxiety_hypnotherapy_hypnosis.html" target="_blank"><br />
</a>Tradução: <a href="http://www.sbhh.org.br">www.sbhh.org.br</a></p>
<p>A gripe  deverá atingir mais pessoas este ano em comparação com a média da  temporada de gripe. Há muitas incertezas neste ano devido ao <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Influenza_A_subtipo_H1N1" target="_blank">vírus influenza H1N1</a>. O Centro de Controle de  Doenças dos E.U.A. diz que o vírus H1N1 causou a primeira pandemia  (epidemia global) de gripe em 40 anos. A Organização Mundial da Saúde  (OMS) acredita que o H1N1 vai deixar mais pessoas doentes, causar mais  internações e mais mortes do que a média da temporada de gripe.  Pesquisas demonstraram que a hipnose pode melhorar o sistema  imunológico, melhorando assim o funcionamento do corpo.<br />
Segundo o <a href="http://www.cdc.gov/" target="_blank">Centro de  Controle de Doenças</a> dos E.U.A., o momento é incerto. No passado, em  estações de gripe a manifestação atingiu o seu pico nos meses de janeiro  e fevereiro nos Estados Unidos. No entanto, o vírus H1N1 causou a  doença, as hospitalizações e mortes durante os meses de verão, o que é  altamente incomum. Não se sabe quando o vírus atingirá o seu pico e  quanto tempo vai durar. Devido a esta incerteza, as pessoas devem ser  precavidas em relação a manutenção de seu sistema imunológico para  combater a gripe.<br />
Uma pesquisa realizada na <a href="http://www.wsu.edu/" target="_blank">Universidade  Estadual de Washington</a>, em Pullman, E.U.A., descobriu que a hipnose  reforça dois diferentes tipos de células do sistema imunológico que  combatem as doenças. Sessenta e cinco alunos participaram do estudo.  Trinta e três participantes eram altamente hipnotizáveis e responderam  bem à indução de hipnoterapia. Trinta e dois participantes tiveram  dificuldade em atingir um estado hipnótico.<br />
Todos os 65 participantes foram divididos em três grupos distintos. Um  grupo recebeu hipnose, outro grupo recebeu terapia de relaxamento, e o  terceiro grupo serviu como grupo de controle, não recebendo qualquer  forma de terapia ou tratamento. Os resultados mostraram que os  participantes que receberam a hipnose apresentaram um aumento importante  em dois tipos de células brancas do sangue. Aqueles que eram altamente  hipnotizáveis e receberam hipnose apresentaram o maior aumento de  células brancas. Isso mostra que a hipnose pode ajudar as pessoas a  aumentar sua contagem de células brancas do sangue e, assim, incrementar  o seu sistema imunológico, permitindo um melhor combate às doenças  (Ruzyla-Smith).<br />
Pesquisadores da <a href="http://www.osu.edu/" target="_blank">Universidade  Estadual de Ohio</a> determinaram que a hipnoterapia pode impedir o  enfraquecimento do sistema imunológico devido ao estresse. A hipnose  ajuda a fortalecer o sistema imunológico através de relaxamento. Para as  pessoas que se preocupam muito, estão sempre ansiosas, ou são  facilmente distraídas, a hipnose ajuda a acalmar, para que seu sistema  imunológico não enfraqueça devido ao estresse. Quando a hipnose é  induzida em uma pessoa, técnicas de relaxamento são utilizadas. O  estresse é um contribuinte principal para um sistema imunológico  enfraquecido. A hipnose age para aumentar o pensamento positivo através  da sugestão, usando técnicas de relaxamento para diminuir o estresse  (Holland).<br />
É importante manter o sistema imunológico forte para ser capaz de  combater as doenças e vírus. O uso da hipnose juntamente com uma  alimentação saudável pode ajudar a manter o sistema imunológico forte.  Reduzir o estresse e aumentar os glóbulos brancos pode aumentar muito  suas chances de não contrair a gripe este ano.</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p>Centers for Disease  Control and Prevention. <a href="http://www.cdc.gov/flu/about/season/current-season.htm" target="_blank">Questions and answers about the 2009-2010 flu season</a>.  Retrieved on October 23.</p>
<p>Holland, E. (2001). <a href="http://researchnews.osu.edu/archive/hypnosis.htm" target="_blank">Hypnosis  may prevent weakened immune status, improve health</a>. Retrieved on  October 30, 2009.</p>
<p>Ruzyla-Smith, Patricia et  al. (1993). As reported at the annual meeting of the American  Psychological Association.</p>
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		<title>Hipnose no controle da dor em pacientes com câncer de mama</title>
		<link>http://sbhh.org.br/hipnose-no-controle-da-dor-em-pacientes-com-cancer-de-mama/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 20:29:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[•  16 de março de 2010 Hipnose no controle da dor em pacientes com câncer de mama FONTE: timesofindia.indiatimes.com Tradução: www.sbhh.org.br A hipnose pode ser um meio eficaz de tratar a dor em mulheres com câncer de mama, de acordo com uma pesquisa. De acordo com a Dra. Lisa D. Butler, autora principal do estudo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>•  16 de março de 2010</p>
<p><strong>Hipnose  no controle da dor em pacientes com câncer de mama</strong></p>
<p><img src="http://www.sbhh.org.br/images/news_126.jpg" border="0" alt="news 126 Hipnose no controle da dor em pacientes com câncer de mama" width="125" height="97" title="Hipnose no controle da dor em pacientes com câncer de mama" /></p>
<p>FONTE: <a href="http://timesofindia.indiatimes.com/life/health-fitness/health/Hypnosis-may-help-control-pain-in-breast-cancer-patients/articleshow/5623628.cms" target="_blank">timesofindia.indiatimes.com</a><a href="http://www.naturalnews.com/026430_anxiety_hypnotherapy_hypnosis.html" target="_blank"><br />
</a>Tradução: <a href="http://www.sbhh.org.br">www.sbhh.org.br</a></p>
<p>A hipnose  pode ser um meio eficaz de tratar a dor em mulheres com câncer de mama,  de acordo com uma pesquisa.<br />
De acordo com a Dra. Lisa D. Butler, autora  principal do estudo, professora adjunta da Faculdade de Trabalho Social,  membra do corpo docente do <a href="http://www.socialwork.buffalo.edu/research/" target="_blank">Centro  de Pesquisa Social da Universidade de Buffalo</a>, o estudo randomizado  avaliou a dor e o sofrimento, a freqüência da dor e o grau de dor  constante em 124 mulheres com câncer de mama metastático.<br />
Para chegar à conclusão, os pesquisadores  registraram os níveis de dor em intervalos de quatro meses durante um  ano. As mulheres que foram atribuídas ao grupo de tratamento receberam  psicoterapia de grupo, bem como instrução e prática da hipnose para  moderar seus sintomas de dor.<br />
Elas relataram &#8220;aumento significativamente  menor na intensidade da dor e sofrimento ao longo do tempo&#8221;, em  comparação com um grupo controle, onde as mulheres não receberam a  psicoterapia de grupo.<br />
No entanto, aquelas que receberam hipnose  não relataram redução significativa na frequência ou na constância dos  episódios de dor.<br />
<em>&#8220;Os resultados deste estudo sugerem que a experiência de dor e  sofrimento para os pacientes com câncer de mama metastático pode ser  reduzido com sucesso com uma intervenção que inclui hipnose num ambiente  de terapia de grupo&#8221;, afirma Butler. &#8220;Esses resultados ampliam a  crescente literatura apoiando o uso da hipnose como tratamento  complementar para pacientes com experiência de dor.&#8221;</em><br />
O estudo foi publicado no ano passado em uma  edição do periódico <em>Health Psychology</em>, da <a href="http://www.apa.org/" target="_blank"><em>American Psychological  Association</em></a>.</p>
<p>Fontes:</p>
<p><a href="https://www.researchgate.net/publication/26809146_Effects_of_supportive-expressive_group_therapy_on_pain_in_women_with_metastatic_breast_cancer" target="_blank">Link</a> para o <em>abstract</em> do estudo.</p>
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